segunda-feira, 14 de maio de 2012

Resenha

Já estamos na metade de maio e eu aqui, sem publicar nada! Falta de vergonha na cara, porque estou cheia de coisas para contar, e vou contar aos poucos, para estender minhas noticias. Ainda em Londres, tive que escrever uma resenha para uma das minhas disciplinas ( a que trabalha com produção de textos acadêmicos), e a tarefa não foi nada fácil. Em primeiro lugar, porque eu estava em Londres, e tinha coisas muito mais interessantes para serem feitas do que escrever uma resenha. Em segundo lugar, porque um dos problemas mais graves dos alunos que entram para o ensino superior é a crença dos professores de que os alunos já chegam lá sabendo fazer resenha (até parece!) Com muita dificuldade a gente começa a entender o significado da coisa, mas saber produzir uma resenha é tarefa bem difícil. Em terceiro lugar, eu queria muito fazer a resenha de um artigo(qualquer um) de um livro recém publicado e que está esgotado (eu tenho cada ideia bacana...), depois de muito batalhar, consegui um emprestado.

Algumas semanas atrás tive aula com um professor muito legal da faculdade, e ele nos apresentou um livro que ele considera interessante para ajudar os alunos a começarem a produzir suas resenhas. Levei o livro comigo e dei uma olhada antes de produzir a minha resenha. Infelizmente, não dava tempo de ler o livro todo e fazer todas as atividades (ele é bem didático), então escolhi algumas partes mais interessantes e toquei o projeto. Dos artigos que li no livro, o que mais me chamou a atenção foi um do Ceccantini, que eu realmente adorei. Fiz a resenha e semana que vem deve ser a minha sabatinada em frente a toda a turma. Já reli a minha resenha e até já sei alguns lugares onde poderia ter escrito melhor, mas a questão básica é que eu não sei fazer resenha, e tive toda a boa intenção do mundo de fazer o meu melhor naquele momento. Aprendi algumas coisas, mas preciso pegar esse livro (bíblia) e ler com cuidado todas as dicas que eles me oferecem. Observei que as vezes as pessoas ficam com medo de usarem fórmulas quando o assunto são os gêneros textuais, como o medo de uma fórmula sobre resenhas. Acho a "receita" muito bem vinda e muito válida. Você pode aprender a cozinhar vendo sua mãe cozinhar por anos ou pode colocar a sua cara a tapa, pegar uma receita, e ver no que vai dar. É claro que no início você vai errar, mas depois que tiver dominado o mais importante, vai acertar as receitas e depois vai conseguir cozinhar sem precisar de receitas. O caminho inverso é muito mais demorado. Para quem quiser aprender uma "receita" de como se fazer resenhas, vai ai o nome do livro: Resenha, de Anna Raquel Machado, Eliane Lousada e Lília Abreu-Tardelli.

Se você está desesperado e precisa encontrar uma fórmula para fazer resenhas, talvez no próximo post.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Londres e Peter Hunt

Nada como alguns dias de folga durante um semestre apertado. Desde o dia 19 de abril estou em Londres, curtindo um pouco a beleza e o frio desse lugar. Volto dia 6, e já me parece tão perto. Alguns dias atrás comprei um gravador, acho que foi uma excelente aquisição, pois eu iria precisar. Visitei a Waterstones, uma livraria maravilhosa que tem em cada esquina dessa cidade. Namorei vários livros, mas achei os que eu preciso meio caros, preciso procurar mais, mas acho que acabarei pedindo na Amazon.

Ontem foi meu dia de tiete porque almocei com ninguém mais ninguém menos do que Peter Hunt. Durante nosso almoço conversamos sobre a minha pesquisa, e devo dizer que foi uma honra almoçar com uma pessoa tão simpática e bem disposta a receber meros aspirantes a pesquisadores. Nosso almoço foi breve, mas muito produtivo. Lógico que no final tive que pedir para ele assinar meu livro : )

Ah, meu concurso de educador infantil foi mais ou menos o que eu esperava. Fiz 75% da prova. Pra quem não estudou tanto assim, ta até bom. Antes de vir para Londres dei entrada nos papéis para pegar meu diploma. Para tanto, contei com a imensa bondade dos funcionários da secretária, que me atenderam em um horário fora do comum (tenho que comprar alguma coisa aqui para eles), mas eu estava meio desesperada, e sem a ajuda deles seria impossível arrumar a papelada antes de viajar.

Música: hoje de manhã escutei I don't feel like dancing ou Do you feel like dancing? Não sei o nome direito, mas me lembrou muito do Luca Gandino e do meu tempo em Leeds.

domingo, 15 de abril de 2012

Olá

Nossa, que vergonha! Nem parece que tem quase um mês que não posto nada novo. O motivo é o mesmo de sempre, falta de tempo ou vergonha na cara. Um dos dois, com certeza.

Semana passada foi a minha apresentação de seminário na disciplina que estou fazendo esse semestre. O nosso tópico foi basicamente as teorias da reprodução, de Bourdieu. Eu tenho que confessar que cada vez mais gosto de Bourdieu. Reli dois textos dele, (os excluídos do interior/ a escola conservadora) além de um da minha professora. Acho que vou colocar os resumos que fizemos aqui... pode dar um ibope... que sabe?

No início do mês minha mãe foi para Londres, e depois do estresse total do aproveitando os meus dias de tranquilidade. Hoje é a prova do concurso de educador infantil... tô me sentindo meio culpada, já que não estudei quase nada, mas vou na cara e na coragem para ver como funciona a coisa. Na pior das hipóteses, é uma experiência interessante.

Música: Won't do home without you (to com essa na cabeça faz tempo...)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Cineclube

Além da oficina de rádio, os alunos também vão participar de atividades de cinema. Terça foi o primeiro dia, e apesar da minha desconfiança inicial, o filme foi muito interessante; apesar de ser preto e branco, mudo (apenas trilha sonora) e com textos em inglês. Minha maior apreensão foi com o inglês, mas os alunos gostaram da atividade e isso não atrapalhou a compreensão do filme como um todo. A trilha sonora também contribuiu muito no andamento da atividade, e o fato de ser preto e branco foi bem interessante. A atividade como um todo, na minha opinião, foi de grande riqueza e momento para os alunos refletirem sobre documentários. 

Antes do filme, entretanto, tive mais uma aula de sociologia, e ela foi tão interessante quanto prometia. O seminário foi resumidamente sobre as grandes pesquisas educacionais realizadas por EUA, Inglaterra e França; as convergências e divergências e os pontos de vista analisados. 

segunda-feira, 19 de março de 2012

Oficina de rádio

Sábado passado tive a oficina de rádio com os alunos do curso do FIEI. Eu já estava bem animada com a idéia, mas tenho que admitir que o resultado final superou as minhas expectativas, tirando a parte do sábado. Foi muito interessante ver como a rádio funciona e como os alunos conseguiram se envolver nas atividades. A parte de edição, então, foi uma delícia. Acho que eles adoraram.

Cheguei em casa exausta, depois da peregrinação para sair da federal, dar carona para duas meninas, uma faz aula comigo, e ainda ir jantar no Massas.

Lerê ... Lerê ....

Semana passada foi pauleira. Consegui terminar de ler o texto do Brian, muito bom por sinal, sobre letramento acadêmico. Quarta feira foi o último dia para envio de trabalhos do COLE, e eu passei o dia organizando a vida e finalizando as tarefas.. foi uma correria só, tendo que pagar boleto, enviar trabalho e mais um monde te coisinhas. 

Depois que finalizei a parte COLE da minha vida, fui ajudar na organizacão da mostra cultural indígena. Quando cheguei o trabalho já estava bem adiantado, mas ainda tinham tarefas para serem executadas. Foi bom porque pude conhecer um pouco mais do trabalho dos professores indígenas e também porque pude conhecer melhor alguns alunos (já estou aprendendo alguns nomes). A mostra foi um sucesso, estava linda, cheia de fotos maravilhosas, objetos, e também atividades que os professores desenvolvem com seus alunos nas aldeias.

Depois que saí da federal, fui no supermercado e aproveitei para matar as saudades dos meus alunos. Ainda bem que fui, pois na hora que saímos da escola caiu um temporal, e eles puderam chegar em casa relativamente secos com a minha carona. Voltar pra casa foi dificil, pois choveu muito, mas cheguei inteira.


terça-feira, 13 de março de 2012

Update da semana

Bom, so far, so good. A semana começou agitada. Ontem tivemos o primeiro dia de aula dos educadores indígenas e eu tenho que confessar que me esforcei ao máximo para ajudar com tudo que estava ao meu alcance. Orgulho de mim!!! Ontem também tive um novo encontro com a minha orientadora e finalmente terminamos de escrever o nosso artigo. Fiquei com um super orgulho do trabalho que fizemos, e espero que ele seja aceito nos congressos que vamos participar. Foi muito bom mesmo terminar o artigo. Sensação de dever cumprido. Hoje tivemos mais uma aula de sociologia, e a professora é realmente fantástica! Nossa, da até gosto ir pra faculdade e ver uma professora tão empenhada e capaz de envolver toda a turma, de cativar nossa atenção. Alguns professores deviam aprender um pouco com ela. Para essa semana, ainda tenho que fazer o resumo do artigo, traduzi-lo para ingles (até amanhã), ler o texto do Brian, preparar aula, ajudar no FIEI e umas coisitas mas.

Preciso escolher os sujeitos da minha pesquisa urgentemente.

Música: Chasing Pavements, da Adele. O clipe é lindo...

quinta-feira, 8 de março de 2012

Primeira semana de aulas

Ai ai... a primeira semana de aula começou e contrariando as expectativas de costume eu realmente tive aula. Ponto para os professores. Adorei a aula de sociologia (quem diria). Essa professora parece excelente. Expectativas bem altas agora para o curso, mas a aula foi uma delícia. Ela parece dedicada e com um ótimo senso do que é realmente dar aula e do que esperar dos alunos ( e o que os alunos devem esperar dela). Realmente gostei, pena que ela indicou um livro com um preço bem salgado pra gente. Já tenho textos para ler para a próxima semana e um "seminário" agendado.

As preparações para o FIEI continuam de vento em poupa, e ontem tivemos uma reunião para fecharmos algumas atividades do grupo. Tô bem interessada em ajudar os alunos com o blog, mas vamos ver como as coisas caminham... uma pena que a oficina de encadernação tenha ficado para o próximo semestre. As próximas semanas serão bem intensas, e eu espero conseguir sobreviver bem a elas.

To tentando terminar de escrever meu artigo, e acho que esse fim de semana concluo essa tarefa.

Hoje acordei com essa música na cabeça: Looking for paradise

segunda-feira, 5 de março de 2012

Entrevista de José Mindlin para a Folha de São Paulo

Já tem um tempo que estou atrás dessa entrevista, então achei legal colocar aqui no blog com a devida referência bibliográfica, caso alguém queira cita-la em algum trabalho.


São Paulo, segunda-feira, 23 de março de 2009 

livros

Para gostar de ler

Apaixonado por livros, o imortal José Mindlin lança obra para espalhar sua paixão entre os novos leitores 

JULIANA CUNHACOLABORAÇÃO PARA A FOLHA José Mindlin, 94, é formado em direito pela USP, já foi empresário, advogado, repórter e secretário estadual de cultura em São Paulo. No entanto, o que o tornou conhecido não foi o exercício de nenhuma dessas atividades, mas seu vício por livros, ao qual ele se refere como uma "loucura mansa". Em sua nova obra, "No Mundo dos Livros" (ed. Agir, 104 págs., R$ 30), Mindlin fala de seus autores favoritos, da revolução causada pelo surgimento da imprensa e do consequente aumento do acesso à leitura no século 15. Também explica como começou a formar sua biblioteca pessoal, aos 13 anos -hoje, ela tem aproximadamente 38 mil volumes. Imortal (como são conhecidos os membros da Academia Brasileira de Letras), o bibliófilo diz que seu objetivo com o novo livro é "infectar as pessoas com o vírus da bibliofilia". Ele não acredita que existam pessoas que não gostem de ler: "Certamente não foram devidamente estimuladas".
 

FOLHA - Quem começa lendo "Harry Potter" chegará a Machado de Assis? Os quadrinhos e best-sellers são boa porta de entrada?

JOSÉ MINDLIN - Acho que uma coisa não tem relação direta com outra. Conheço muitos jovens que leram "Harry Potter" sem que isso tivesse prejudicado outras leituras, inclusive a de Machado de Assis. A leitura é um processo automultiplicador, não existem regras rígidas para desenvolver o hábito.

FOLHA - Quem fez o sr. se interessar pela leitura?

MINDLIN - Cresci num ambiente em que a leitura fazia parte da vida de meus pais, da minha e da de meus irmãos. A leitura deve ser introduzida desde a infância. Não creio que haja regras para estimular a leitura, mas com certeza o hábito é uma força poderosa.


FOLHA - Qual foi o livro mais importante da sua adolescência?

MINDLIN - Minha adolescência ocupou leituras as mais variadas. Por volta dos 12 anos, li obras de Júlio Verne com muito interesse. Confesso, no entanto, que pulei descrições muito prolongadas. Sempre gostei de contos, especialmente de Machado de Assis e de Artur Azevedo, mas procuro sempre textos novos.


FOLHA - O sr. acredita que o jovem lê menos hoje? A internet está prejudicando a leitura de livros?

MINDLIN - Não creio que seja possível ou fácil generalizar a leitura dos jovens. Muita coisa é lida e, nas livrarias, a quantidade de livros para jovens não é pequena. Quanto à internet, acho que são processos paralelos, tenho a impressão de que a leitura do livro ainda conserva seu lugar.


FOLHA - Como é possível inspirar nos jovens a paixão pela leitura, num universo que é dominado pela internet, pela TV e pelo cinema?

MINDLIN - Acredito, novamente, que são processos paralelos, e não acho que existam regras rígidas para desenvolver o hábito da leitura na vida doméstica. Uma forma óbvia é o exemplo, mas não é a única. Costumo dizer que apontar um livro sem insistir em que seja lido pode até ser um incentivo eficiente.


FOLHA - O sr. conhece aparelhos de leitura digital, como o Kindle, que procuram ser alternativas ao papel?

MINDLIN - Não tenho experiência com esses aparelhos, mas também não tenho uma posição dogmática de que o conhecimento de um texto por meios não habituais seja necessariamente negativo.


Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/folhatee/fm2303200912.htm (apenas para assinante uol ou folha de são paulo)

domingo, 4 de março de 2012

Protocolo de pesquisa Coep - Parte 2

Bom, finalmente escrevi sobre o restante do protocolo de pesquisa do COEP. Portanto, precisando de alguma coisa, dê uma olhada aqui. Continuando por itens:

IV.8 Local da pesquisa. Bom, nesse item é pra colocar realmente o local onde a pesquisa será realizada, não tem muito mistério.

IV.9 Orçamento da pesquisa. Se você for um desses sortudos, coloque o seu orçamento. Se, como no meu caso, não for, coloque "não se aplica" ou " os custos da pesquisa serão financiados pelo próprio pesquisador". ( No meu protocolo, eu coloquei não se aplica e passei direitinho, mas tive colegas que tiveram problemas quando escreveram isso.)

IV.10 Coloquei um "não se aplica" novamente.

IV.12 Declaração de que os resultados serão tornados públicos. Nesse item, escrevi o seguinte: "Como pesquisadora responsável, declaro que os resultados serão tornados públicos, sejam eles favoráveis ou não. Todavia esses resultados serão analisados com cuidado para não prejudicar direta ou indiretamente as partes envolvidas na pesquisa."

IV. 13. Uso/ destinação do material. Eis o que escrevi: "Como pesquisadora responsável, declaro que os materiais coletados, como os questionários preenchidos e as gravações com as entrevistas dos sujeitos serão arquivadas com código, buscando assim manter o sigilo das informações e da identidade dos participantes."

V. Informações relativas aos sujeitos da pesquisa

V.1 Acho que as informações estão bem claras no protocolo. Explicitar quem são esses sujeitos, quantas entrevistas/ questionários serão aplicados e se existe alguma diferenciação por sexo, cor, grupo social e etc.

V.2 Se for usar questionario ou entrevista, explicitar quando e como eles serão aplicados. Além disso, é bom deixar claro que "De acordo com a Resolução 196/96 do CNS, nenhuma pesquisa é isenta de riscos, todavia os depoimentos serão publicados somente com o consentimento dos depoentes e serão sigilosos, preservando assim a identidade dos participantes, além disso, os resultados alcançados serão analisados cuidadosamente para não prejudicar os sujeitos envolvidos."

V.3 Coloquei a seguinte informação nesse item: "Os dados coletados (indicar de que maneira eles serão obtidos) serão utilizados exclusivamente para comunicações e publicações acadêmicas que contribuam para os propósitos .... "

V.4 Descrição do plano de recrutamento de indivíduos e os procedimentos a serem seguidos. Novamente, acho que vale a pena resumir a metodologia e descrever mesmo como os sujeitos serão escolhidos em todas as etapas da pesquisa. Ressaltar que somente os interessados irão participar da pesquisa.

V.5 Anexar o formulário de consentimento livre e esclarecido. Como na minha pesquisa eu preciso de 6 formulários diferentes, considerando-se a faixa etária dos meus pesquisados e as duas etapas com os sujeitos, eu esclareci qual anexo era referente a qual faixa etária. Então escrevi: Anexo 1 - sujeitos com tal idade; Anexo 2- pais dos sujeitos com tal idade... e assim por diante. Se você tem apenas um TCLE, acredito que basta anexá-lo no final, com os outros documentos.

V.6 Descrição de quaisquer riscos, com avaliação de sua possibilidade e gravidade. No meu protocolo, coloquei a seguinte frase:

"A pesquisa não possibilitará quaisquer riscos, uma vez que as entrevistas e os questionários só serão realizadas mediante o consentimento dos sujeitos, o que o torna totalmente livre para participar ou não da investigação."

Agora, se a sua pesquisa apresenta qualquer risco, seja bem claro quanto a isso na sua resposta, sendo o mais claro possível. 

V.7 Mais uma sobre os riscos. Sugestão: " Como já ressaltado em outros itens do protocolo,  serão realizados  questionários e entrevistas. As informações fornecidas pelos sujeitos participantes serão mantidas em total sigilo, buscando assim preservar a identidade dos mesmos."

V.8. No meu caso, "não se aplica".

TERMO DE COMPROMISSO. Precisa ser assinado pelo orientador e pelo orientando. Sugestão: " Eu, Fulano de Tal, como pesquisador responsável me comprometo a cumprir os termos da Resolução 196, de 10 de outubro de 1996, do Conselho Nacional de Saúde. ( o mesmo vale para o orientando, só tiraria o "pesquisador responsável")

Currículo dos pesquisadores. Basta colocar o nome da pessoa e em seguida o link para o Lattes.


 The end