Ando refletindo bastante sobre o título desse post.
Com certeza será muito saudável quando meu mestrado chegar ao fim, com dissertação pronta, escrita e defendida. Porém, a reflexão acima é mais sobre a minha vida no geral do que sobre o meu mestrado. Quando é a hora de se admitir que algo chegou ao fim? Quando entregar os pontos e dizer: Já chega. Eu fiz a minha parte, fiz o que podia, mas desse jeito não tem como continuar.... Eu queria saber essas respostas, queria saber a hora de decretar o fim, sem brigas, sem mágoas, apenas constatar o fato irrevogável. Só para deixar claro, nenhum pensamento suicida... vai que alguém acha que eu quero enveredar por esse caminho... eu só queria saber quando é a hora de desistir de alguns projetos, ou de algumas pessoas, e seguir com a vida.
Eu sei que estou assim porque estou com raiva... odeio quando as pessoas não atendem minha ligação no celular, principalmente quando são pessoas com as quais eu me preocupo e faço de tudo para poder ajudar e estar presente. Talvez eu esteja fazendo uma tempestade em copo d'água. Grandes chances, na verdade. Mas essa pergunta sempre fica pairando nos meus pensamentos, mesmo que de longe, mesmo que escondida no mais profundo do meu subconsciente, e que aflora de vez em quando. Essa pergunta nunca sai de lá.
As vezes é mais saudável chegar ao sim.
Só eu sei, o que é melhor pra mim...
As vezes é mais saudável chegar ao fim.
Agora vamos ao mestrado né? Porque acho que ninguém que acompanha o meu blog quer saber sobre a minha vida pessoal.
Essa semana tive um encontro com minha orientadora e foi ótimo. Eu aproveitei a pressão do encontro e me dediquei mais a escrita da dissertação, que estava praticamente parada, e essa dedicação me rendeu umas boas 5 páginas. Tô feliz com 5 páginas. E o melhor foi que tive alguns brainstorms, então já coloquei vários tópicos que precisam ser desenvolvidos no corpo da dissertação.
Uma coisa legal que comecei a fazer foi dividir a minha dissertação em arquivos separados. Eu já tinha feito isso com a bibliografia, mas essa semana fiz isso com o capítulo 4, que deve ser divido novamente em 4 e 5. Eu não gostava muito de dividir porque ai eu sempre voltava as mesmas 20 páginas, parecia que a dissertação não crescia, mas gostei desse novo approach.
Também aproveitei essa semana para começar a fazer os gráficos, e minha orientadora esta gostando bastante dos resultados até o presente momento. Eu devo confessar que gosto dos gráficos... eles ocupam um bom espaço, kkk. Mas só pra lembrar que nem vale encher a dissertação de gráficos. Eles só ficam legais se forem completar o que esta sendo discutido ou ilustrar algum ponto interessante. Eu poderia fazer mais uns 20 gráficos com os dados que tenho, mas vai ficar cansativo. E gráfico só fica legal quando os dados são mais quantitativos. Fazer uma gráfico para mostrar a relação entre 5, e 10 por exemplo, me parece ridículo, assim como usar porcentagem com números pequenos. Nesses casos acho mais interessante trabalhar com os próprios números. Mas toda regra tem sua exceção. Eu mesa utilizei % para UM dos meus dados, porque achei que seria interessante representar isso também dessa forma.
Música: Espatódea, do Nando Reis.
Música: Espatódea, do Nando Reis.
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